Trazida
ao Brasil pelos portugueses no período colonial, a Festa Junina, por ocorrer no mês de junho, é de origem europeia e acontece em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo calendário Juliano (pré-gregoriano) foi cristianizada na Idade Média como “Festa de São João” (antes chamada joanina).
Embora seja celebrada em todo território brasileiro é no nordeste que ela tem maior expressão, pois em junho os nordestinos aproveitam para agradecer aos três santos pelas raras chuvas, uma vez que a região tem como grave problema a seca.
Uma lenda católica tentando justificar a fogueira pagã, afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu, tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de João Batista e ter seu auxílio após o parto, Isabel acenderia uma fogueira sobre um monte. Os fogos de artifício, segundo a tradição popular, servem para despertar João Batista. Por isso também solta-se fogos e balões nesta época. Como Santo Antonio é considerado “o santo casamenteiro”, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. Moças solteiras, desejosas de se casar, em várias regiões do Brasil, colocam um figurino do santo de cabeça para baixo atrás da porta ou dentro do poço ou enterram-no até o pescoço. Fazem o pedido e, enquanto não são atendidas, lá fica a imagem e cabeça para baixo.
É, por tanto, um culto aos três “santos” católicos: Antonio, Pedro e João. Tal prática, é abominável diante de Deus: “Não faça para você ídolos, nenhuma representação daquilo que existe no céu e na terra, ou nas águas que estão debaixo da terra. Não se prostre diante desses deuses, nem sirva a eles…” (Ex 20. 4,5) o que Deus proíbe de maneira clara – confecção de “imagens sagradas”. Esta proibição se dá porque imagens não conseguem transmitir quem realmente o nosso Deus é. “Os ídolos das nações são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Tem boca e não falam, têm olhos e não veem, têm ouvidos e não ouvem, têm nariz e não cheiram, têm mãos e não apalpam, têm pés e não andam, da sua garganta não emitem sons. Sejam como eles os que os fabricam e todos os que neles confiam”. (Sl 115. 4-7). Que ser é este que não ouve a quem o invoca? Por que buscar auxílio naquele que não é capaz de ajudar nem a si? Precisa ser carregado; se cair não levanta, não age por si mesmo. Que bem poderá fazer a outros (Isaías 44. 9-11, 15, 18).
“Vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, ajuntou-se o povo a Arão e disseram-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses que vá adiante de nós. Arão recolheu ouro com um buril, e fez dele um bezerro de fundição. Então disseram: estes são teus deuses, ó Israel, que te tiraram da terra do Egito. Então disse o Senhor a Moisés: Vai porque o teu povo que fizeste subir do Egito tem se corrompido, fizeram um bezerro de fundição e a ele se inclinam e a ele sacrificam”. (Ex. 32. 1, 4, 7). O povo não criou um Deus, “simplesmente” fabricou uma imagem que teria a função de representar Aquele que os libertou. Independente se a intenção foi má ou não, o ato o reduziu a uma imagem sem vida, impossível de denotar sua total plenitude. “Tende cuidado com a vossa vida. No dia em que o Senhor vosso Deus, vos falou do seio do fogo em Horebe, não vistes figura alguma. Guardai, pois, de fabricar alguma imagem esculpida representando o que quer que seja, figura de homem ou mulher”. (Dt. 4. 15, 16). Que mensagem de fé será transmitida por meio da imagem de uma pessoa morta que não foi capaz de salvar a si próprio “Porque só há um Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, o qual se deu em preço de redenção…” (Tm. 2. 5,6) se entendemos que Jesus não morreu em vão, pois sua Palavra afirma que o véu do templo se rasgou dando livre acesso para que o homem se reconciliasse com Deus. Então não há razão para invalidarmos este ato de amor invocando a seres inanimados, aliás, além de ser profano e desrespeitoso a Deus – único digno de ser ADORADO – é um ato totalmente sem lógica conforme os ensinamentos da Bíblia dos próprios católicos. Por tanto, esta é uma prática pagã, profana e abominável aos olhos de Deus. “Os que confiam no Senhor são como os montes de Sião que não se abalam, mas permanecem para sempre”. (Sl. 125)
“Eu sou o Senhor, esse é o meu nome; a outro não darei a minha glória, nem cedo aos ídolos o louvor que me pertence”. (Isaías 42.8)
http://www.suapesquisa.com/musicacultura/historia_festa_junina.htm / Citação: Bíblia Católica versão CNBB e Ave Maria.
Fonte: Texto Extraído de Notícias de Jerusalém – Ano III – Edição 24ª – 14 de junho de 2009. Foto Internet:http://comunicabuzios.files.wordpress.com/2009/06/festajunina5.jpg
IMPRECIONANTE COMO VOCÊS EVAN`GÊLICOS SÃO MAL INFORMADOS! a FESTA JUNINA É UMA FESTA LINDA E ABENÇOADA POR DEUS POIS É A ELE QUE SE CELEBRA E PRESTAR-SE CULTO E NÃO TEM NADA DE IDOLATRIA! PELO QUE EU SAIBA IDOLATRIA É TUDO AQUILO QUE TOMA O LUGAR DE DEUS NO FESTEJO JUNINO É DEUS O CENTRO DAS ATENÇÕES! ACHO BOM VOCeS PROCURAREM EVANGELIZAR MAIS E FALAR MENOS E RESPEITAR A RELIGIÃO CATÓLICA ASSIM COMO TODAS! AH! EU NÃO SOU CATÓLICO OK?